sábado, 3 de março de 2012

Pedra do Elefante e Costão de Itacoatiara

Após duas tentativas frustadas de atravessar a poça para fazer trilhas, finalmente a chuva não nos pegou de surpresa e conseguimos finalmente fazer o Costão e de para esquentar antes ainda fizemos a Pedra do Elefante.

A subida para a Pedra do Elefante se inicia na divisa de Niterói com Maricá, uma subida bem íngreme já no início, porém em trilha fechada, então pelo menos o sol não ajuda a desgastar as energias. Fazemos em ritmo bem leve, sem correria, admirando as belezas da natureza e respeitando as limitações de cada um.


Início da Subida a Pedra do Elefante

Uma pausa para recuperar o fôlego


Essa trilha possui algumas bifurcações que se não prestar atenção seguimos facilmente para o caminho errado, mas basta parar e analisar com calma que conseguimos visualizar alguma marcação que indicará o caminho correto a seguir.



Após um bom tempo de trilha (cerca de 1hs mais ou menos, esqueci de marcar o tempo, rs) chegamos a parte de escalaminhada, a parte mais puxada, pois a subida continua bem íngreme e proteção das árvores contra o sol acaba. Após um primeiro estirão de escalaminhada chegamos a um platô de onde temos a vista do Costão,  descansamos ali, fazemos um lanchinho e prosseguimos para um último trecho de escalaminhada.



Vista panorâmica do platô




Finalmente chegamos ao cume, vista incrível da cidade de Maricá, o tempo ótimo e muito sol, o que impede a nossa permanência por muito tempo. Recuperamos as forças, e após uns 30min descansando iniciamos a descida, pois ainda tínhamos que fazer o Costão.

Cume Pedra do Elefante


















Como a trilha do Costão e totalmente exposta ao Sol o casal que estava conosco resolve não ir, então apenas eu e Marcos iniciamos essa outra trilha, lógico que depois de um belo e reforçado lanche e renovação do nosso estoque de água (que por sinal bebemos muita água e durante o caminho não tem ponto para pegar mais).

Antes de iniciarmos a subida, damos uma esticada até a Enseada do Bananal, local onde estava havendo prática de rapel e algumas cordadas escalando, não ficamos muito tempo pois os profissionais (?) que ofereciam a prática de rapel não foram muitos simpáticos com a nossa chegada, e para manter o clima legal e continuarmos curtindo resolvemos voltar e cumprir o nosso objetivo que era o Costão.





Nessa volta o Marcos sente o músculo da perna e concluir a trilha já fica mais complicado, também encontramos duas pessoas perdidas, Wilian e Paulo, que haviam pegado uma bifurcação e feito a trilha que está interditada devido a desmoronamentos por causa das chuvas, eles se unem a nós e voltamos para a bifurcação onde se incia a trilha do Costão.

Neste ponto Marcos e Paulo ficam nos aguardando e eu subo o Costão com o Wilian, outra subida muito íngreme, totalmente exposta ao sol e só com escalaminhada, porém ela é rápida e mais uma vez o visual é recompensador, tiramos algumas fotos, admiramos a paisagem e descemos.

Cume costão







E para terminar o dia um tibum na praia e água de coco, afinal depois dessa maratona, isso é muito merecido! E já no busão retornando um belíssimo por do Sol.








sábado, 25 de fevereiro de 2012

Vista Chinesa e Cachoeiras do Horto

E para encerrar a maratona do Carnaval, na quarta feira de cinzas a trilha escolhida foi a da Vista Chinesa. Apesar de ser um trilha famosa e fácil de se fazer, nunca havia ido lá, então me junto ao grupo dos Loucos por Trilhas e partimos em mais essa aventura.

Já no início da trilha, na entrada do parque, temos uma excelente amostra da natureza, belos pássaros, flores e lógico que os micos também não poderiam faltar.





















O grupo como sempre muito bom, animados e fazemos em um ritmo moderada respeitando a limitações da cada participante. A trilha é moderada com alguns trechos com subida um pouco ingrime. Mas a recompensa do visual quando chegamos a Vista Chinesa recompensa toda a subida, vemos o Cristo, Arpoador e os Dois Irmãos de um ângulo único, e lógico que isso rende várias fotos.

Foto do grupo devidamente roubada da Sheila

Visual da Vista Chinesa


Após recuperar o folego, comer um lanchinho começamos a descida para as Cachoeiras. Antes de chegarmos a primeira vamos ao Jequitibá, uma enorme árvore onde devido ao tempo um buraco se formou em seu caule e podemos entrar e ficar em pé no interior dele.

No interior da Jequitibá







Após essa parada começamos a visita as cachoeiras: primeiro foi a do Jequitibá (pois está na trilha onde encontramos a árvore) depois a do Chuveiro e por último a do Quebra.








E assim foi-se a quarta feira de cinzas, com energias renovadas para voltar ao trabalho!

Tinguá

Esse carnaval para sair do agito da cidade e do fervo dos blocos, fomos a um refúgio aqui próximo: Tinguá. Um bairro tranquilo de Nova Iguaçu cercado pela Mata Atlântica e com muitos pontos de rio onde podemos nos refrescar do calor que estava enorme.

Para chegar ao destino é simples porém demorado, são duas conduções (trem até Nv. Iguaçu e ônibus do centro de Nv Iguaçu a Tinguá) e depois de aproximadamente 2hs chegamos ao local. Uma pracinha tranquila remetendo a cidade do interior onde tiramos várias fotos. Resolvemos antes de ir para o rio almoçar em um dos restaurantes, comida simples mas muito boa e depois partimos.


















Após uma pequena caminhada subindo, chegamos ao limite da entrada da Reserva Biológica, onde a entrada é proibida, ficamos ali no limite curtindo o visual e aproveitando as águas do rio tirando altas fotos e assim passa a tarde, depois vamos descendo acompanhando o rio até que paramos em um barzinho às margens comemos uns petiscos curtimos mais um pouco e encerramos o dia.






Ah... já ia me esquecendo, chegando ao centro de Nova Iguaçu fomos ao shopping para encerrar esse dia, que foi muito bom, tomando um sorvete.




sábado, 11 de fevereiro de 2012

Boulder e Top Roupe Arpoador

Nesta última sexta-feira (10/02/12) pela primeira vez pratiquei boulder, modalidade de escalada que consiste em escalar pequenos blocos de pedra, geralmente com altura não superior a 6 metros, onde os movimentos para finalizar o boulder são geralmente de extrema dificuldade técnica e exigem força, e usa-se apenas sapatilha e magnésio para ajudar na ascensão.

Também praticamos Top Rope outra modalidade de escalada em que a corda que dá segurança ao escalador é presa acima do usuário enquanto a outra ponta fica com o participante que presta a segurança.

Não conhecia essas vias localizadas no Arpoador, que variam de 3º a 7º, com horizontais, negativos, aderência e muita técnica. Confesso que me sai muito bem na via onde a aderência era necessária, mas já nas negativas e que dependiam de força no braço consegui apenas fazer alguns lances e obter alguns arranhões.

Mas valeu muito a pena ter ido, principalmente pelo fato de conhecer novas pessoas das montanhas, ter a oportunidade de ver um belo luar e curtir um pós espetacular.

Top Rope

Top Rope

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Pedra Hime

Essa trilha me gerou grande expectativa desde o dia que foi postada que ela iria acontecer, pois simplesmente as fotos do lugar eram incríveis e eu tinha que conhecer pessoalmente para conferir tamanha beleza.

Cume da Pedra Hime ao fundo

Como de praxe, levanto muito cedo, faço os preparativos e as 9hs estou no ponto de encontro, de onde partimos rumo a Jacarepaguá para começarmos a trilha. Porém ao chegarmos ao local o acesso está fechado e temos que improvisar uma subida na árvore e pular um muro e cruzar a pedreira.

Pulando o muro

Após toda essa emoção finalmente chegamos ao lago, e conferimos realmente a beleza encantadora, ficamos admirando, tirando algumas fotos e partimos, afinal o nosso objetivo era o cume.




A trilha estava classificada como moderada, mas com certeza não é, pelo menos uma semi-pesada ela seria.

O sol estava muito forte, porém a trilha é bem fechada e não ficamos expostos a ele, mas o cansaço batia forte e em alguns momentos era necessário uma pausa para continuar a subida que é muito íngreme. O mais complicado é que não tem água no caminho então temos que racionar a água que temos para não ficarmos sem.

Essa trilha é completa, tem de tudo um pouco, passa por capinzal, trepa preda, uso de corda, passa por umas bromélias assasinas (cheia de espinhos e não tinha como fugir delas), mas a recompensa chega quando finalmente alcançamos o cume de onde avistamos parte da Floresta da Tijuca, o bairro de Jacarepaguá e o lago lá em baixo. Ficamos alguns minutos no cume (estava muito sol e não havia sombra, a não ser do meu guarda chuva e o da Amanda, rs), tiramos fotos, lanchamos e descemos.




Psicobloc


Ao retornar a parada no lago foi revigorante, tanto que o tempo voou neste momento, alguns nadaram, outros fizeram psicobloc, e outros (como eu que não sabe nadar) ficaram apenas na beiradinha do lago que chega até a 16 metros de profundidade.




Após toda essa curtição, nada melhor que um pós com a galera, todos secos querendo muito líquido, alguns lanchinhos e jogar conversa fora. Muito show essa dia e estar com essa galera sempre vale a pena.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ilha de Paquetá

Esse dia foi incrível, voltar a Ilha de Paquetá e ter uma outra visão da ilha realmente não tem preço, como diria a propaganda, rs. Reunir toda a galera, rever amigos que a um bom tempo não encontrava e curtir um sol maravilhoso foi espetacular.


Serra dos Órgãos visto da Barca

Já nas dentro da barca, contemplo o primeiro visual, a Serra dos Órgãos que se destaca totalmente imponente no horizonte. Da última vez que estive lá não tinha percebido, ou não havia me chamado atenção por na época não está com o montanhismo na veia.

Após cerca de uma hora de travessia de Barca chegamos a Ilha e iniciamos a nossa caminhada, como verdadeiros "fotoletes" tirando foto de cada detalhe que encontramos pelo caminho. Cada flor, cada árvore, cada paisagem não passa desapercebido, e o resultado disso são excelentes cliques.





















E no meio de tanta beleza, uma garça resolve fazer pose para as nossas máquinas, ela fica imóvel toda graciosa aguardando a sessão de fotos terminar.





Fomos também a Pedra da Moreninha. Lugar que foi palco de uma grande história de José de Alencar, o livro A Moreninha, que até hoje não consegui terminar de ler, rs. Outro lugar encantador, lá do alto temos uma visão privilegiada de uma boa parte da ilha e principalmente do Parque onde se encontram as ruínas, e esse é o nosso destino final.


Visual do alto da Pedra da Moreninha


Tendo que pegar a Barca de volta para o Rio as 17h30min, não concluímos toda a volta, terminamos no parque visitando as ruínas de onde temos outro grande visual, as ruínas parecem verdadeiros labirintos onde podemos brincar de montar o melhor caminho para alcançar o topo, na volta visitamos algumas grutas e por fim retornamos ao pedalinhos para um pequeno descanso  e pegamos a barca de volta de onde começamos a assistir o Grande Astro se pondo e ficando na memória e nos cartões das máquinas os registros desse dia maravilhoso.